quarta-feira, 3 de agosto de 2011

COM DESISTÊNCIA DE TUCANO, CPI DOS TRANSPORTES PODE SER ARQUIVADA



03 de agosto de 2011  10h47  atualizado às 10h58


O senador tucano Ataídes Oliveira (TO) retirou nesta quarta-feira a sua assinatura do pedido de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Transportes. Com a desistência dele e do senador João Durval (PDT-BA), a comissão parlamentar de inquérito pode não sair do papel. Para a criação do grupo de trabalho no Senado é necessária a assinatura de um terço dos senadores, ou seja 27 membros. Devido às duas baixas, o apoiamento às investigações sobre corrupção e suspeitas de pagamento de propina a empreiteiras fica com apenas 25 assinaturas.
O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PSDB-PR), havia apresentado às 19h02 desta terça-feira à Mesa Diretora da Casa o requerimento para a instalação da CPI dos Transportes, que buscaria investigar, em um prazo de 180 dias, denúncias envolvendo o setor de transportes, suspeitas de superfaturamento e pagamento de propina por meio de empreiteiras. Das 27 assinaturas necessárias para a criação do grupo de trabalho, onze haviam sido dadas por integrantes de partidos da base governista.
"Tem gente contrariada na base governista. A CPI é um movimento de chantagem. Que venha a CPI, foi a presidente Dilma quem começou a investigar. Essa CPI está vindo não para investigar, mas para constranger", criticou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) nesta terça.
Apesar do encaminhamento do pedido de instalação da CPI à Mesa, a tropa de choque do Palácio do Planalto tem até a meia-noite de hoje para convencer senadores que assinaram a retirarem seus apoiamentos ao grupo de investigação. Se consolidada, a CPI terá 13 titulares e sete suplentes para a realização dos trabalhos.
Pela oposição, constam as assinaturas pró-CPI dos tucanos Aécio Neves, Aloysio Nunes Ferreira, Alvaro Dias, Cícero Lucena, Cyro Miranda, Flexa Ribeiro, Lúcia Vânia, Mário Couto e Paulo Bauer; os representantes do Democratas Demóstenes Torres, Jayme Campos, José Agripino, Maria do Carmo Alves; e os senadores Randolfe Rodrigues e Marinor Brito, do PSOL.
Como integrantes de partidos da base governista, assinaram o requerimento pró-CPI Ana Amélia Lemos e Reditário Cassol, do PP; Zezé Perrella e Pedro Taques, do PDT; Sérgio Petecão, do PMN, Jarbas Vasconcelos, Roberto Requião, Ricardo Ferraço e Pedro Simon, do PMDB, além de Kátia Abreu, sem partido.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Minha indignação

Estou cansada de ver a justiça agir de acordo com o bolso das pessoas.
A lei não é igual para todos?
Quando vemos um juiz dar uma sentença para um milionário e com a mesma situação dar uma sentença para um pobre chegamos a conclusão que a justiça é extremamente arbitraria.  
Infelizmente existem casos absurdos como por exemplo um homem que recebe R$ 3.000,00 (três mil reais) pagar 55% de pensão para dois filhos e ex-mulher sendo que a mesma tem absoluta condição de trabalhar e a própria lei diz que pensão para a mulher se deve em casos de invalidez o que não é o caso e os filhos já são adolescentes o que não à impediria de trabalhar.  
Que justiça é essa que faz um trabalhador pegar metade do seu salário e dar a outra pessoa sendo que o mesmo também tem contas a pagar?hoje não dá para viver com R$1500,00 pois muitas vezes temos que pagar aluguel, etc.
Outro caso engraçado é o de um homem que somente depois de ter sua vida arruinada pela ex-mulher conseguiu que a mesma lei da mulher fosse usada contra a mesma pois o descontentamento e não aceitação com o término do casamento a mesma passou a perseguir o ex-marido e depois causar-lhe danos financeiros, além de situações vexatórias expondo-o em público. Este homem com muita luta em tribunais conseguiu que a lei Maria da Penha fosse usada contra a mesma.
Vejam a matéria no link abaixo:
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/157860/lei-maria-da-penha-e-aplicada-para-proteger-homem

Até onde vamos ter ir para obter da justiça o mesmo olhar para pobres ou ricos pois um Homem em um carro importado pode matar e responder em liberdade um pobre não teria o mesmo privilégio.


Deixe aqui qual a sua indignação independente de assunto